quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
Columbina e Pierrot
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Fantocha mar
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Quinta-feira, Agosto 06, 2009
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sábado, 1 de Agosto de 2009
A Hora da Descoberta




Quando a Fundação Gil me adoptou para fazer a Hora da Descoberta... pensei, pensei... Hora da Descoberta... que será? Será para descobrir alguma coisa?...
Passado mais de um ano de HD's ainda eu estava a pensar e de repente... percebi.
Como? Por acaso (como se o acaso existisse he,he,he)
Foi agora em Julho, para as HD's do H. Garcia de Orta e do H. do Barreiro.
Como foi?
Então: fui à garagem (que está tomada pelos bonecos e seus brinquedos) e pus lá duas malas. Os fantoches, que se reproduzem que nem ratos, disseram-me logo que não precisavam de mim para nada, que eles é que decidiam quem ia e mais não sei o quê.
Eu amuei e pisguei-me...
Da cozinha eu bem os ouvi:
- Da outra vez foste tu, agora sou eu!!
- Não não, agora é a minha vez!
-Ó Mãââeeee!!!
Mas nem pus lá os pés.
Na manhã seguinte fui lá buscar as malas. Estavam prontas e fechaditas. O que lá estava dentro? não interessa: só em Almada, com os meninos, é que descobri: eram as caixas de música a fazê-los dançar, o João Simão que mostrou a sua valentia como treinador de tubarões, o Gil que se fez de tímido para cativar uma menina, o Chapéu de chuva chinês que abrigou e fez de ventoinha.
E foi tão bom descobrir o que é a Hora da Descoberta!!!
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Fantocha mar
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Sábado, Agosto 01, 2009
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sexta-feira, 10 de Julho de 2009
U.N.I.M.A. de novo em Portugal!!!
Após Assembleia Geral extraordinária para convocação das eleições da União de
Marionetistas e técnicos de linguagens de animação Portugueses, designada por Unima P,realizou-se a 27 de Junho a eleição da nova direcção para o triénio 2009/2011.Foram mais de 20 os profissionais que acorreram a esta votação entre novos e antigos sócios da Unima P.Uma única lista designada por “lista a”, foi candidata, sendo o resultado, a eleição da mesma por Unanimidade. Assim os corpos sociais da UNIMAP para o triénio de 2009 a 2011 são constituídos por:
Direcção
Presidente - José Gil (S.A. Marionetas - Alcobaça)
1º Vogal - Filipa Alexandre (Marionetas Mandrágora - Gondomar)
2º Vogal – Raul Constante Pereira (Limite Zero - Porto)
3º Vogal – Rui Sousa (Sta Maria da Feira)
4º Vogal – Filipa Batista (Mestre Filipe e Suas Marionetas - Lisboa)
Mesa da Assembleia Geral
Presidente - Nuno Pinto (Fio de Azeite - Sintra)
Secretário – Carlos Silva (Partículas Elementares - Maceda)
Secretário – Ana Pinto (Valdevinos - Sintra)
Concelho Fiscal
Presidente - Amândio Anastácio (Alma de Arame – Montemor-o-Novo)
Secretário – Maria João (Lua Cheia - Lisboa)
Relator - Miguel Alegria (Era Uma Vez - Évora)Unima está de regresso
Por momentos a Unima desvaneceu a sua força, desde a altura em que na minha formação
teatral me comecei a interessar pelo universo da Marioneta sempre existiu a consciência de que era profundamente lamentável a inoperância da Unima em Portugal, tornou-se por isso uma escavação que em conjunto com outros colegas, que comungavam da mesma opinião, era profundamente vital para a sua revitalização e para isso tivemos de indagar por caminhos por vezes estranhos que nos levassem à primeira UNIMA.
Assim foi e assim aconteceu, também com o apoio daqueles que dela fizeram e continuarão a fazer parte.
Cumpria-nos como marionetistas essa obrigação. Claro que em tempos difíceis, como aqueles que atravessamos, a Unima tem de ser um esforço redobrado de vários elementos de distintas companhias.
Só assim se poderá encetar este novo esforço. Em meu ver existe uma diversidade de vantagens desta União de Marionetistas, a primeira é a criação de um espaço de
debate e de diálogo, onde se poderá analisar o estado da Cultura Teatral da Marioneta, depois e só depois, todas as conquistas que permitam à arte da marioneta evidenciar o seu valor cénico, estético, dramatúrgico e plástico.
Estou muito satisfeita com este novo passo para a história da marioneta em Portugal.
Filipa Alexandre
(Direcção - 1ºVogal)
Marionetas de Mandrágora
Marionetistas e técnicos de linguagens de animação Portugueses, designada por Unima P,realizou-se a 27 de Junho a eleição da nova direcção para o triénio 2009/2011.Foram mais de 20 os profissionais que acorreram a esta votação entre novos e antigos sócios da Unima P.Uma única lista designada por “lista a”, foi candidata, sendo o resultado, a eleição da mesma por Unanimidade. Assim os corpos sociais da UNIMAP para o triénio de 2009 a 2011 são constituídos por:
Direcção
Presidente - José Gil (S.A. Marionetas - Alcobaça)
1º Vogal - Filipa Alexandre (Marionetas Mandrágora - Gondomar)
2º Vogal – Raul Constante Pereira (Limite Zero - Porto)
3º Vogal – Rui Sousa (Sta Maria da Feira)
4º Vogal – Filipa Batista (Mestre Filipe e Suas Marionetas - Lisboa)
Mesa da Assembleia Geral
Presidente - Nuno Pinto (Fio de Azeite - Sintra)
Secretário – Carlos Silva (Partículas Elementares - Maceda)
Secretário – Ana Pinto (Valdevinos - Sintra)
Concelho Fiscal
Presidente - Amândio Anastácio (Alma de Arame – Montemor-o-Novo)
Secretário – Maria João (Lua Cheia - Lisboa)
Relator - Miguel Alegria (Era Uma Vez - Évora)Unima está de regresso
Por momentos a Unima desvaneceu a sua força, desde a altura em que na minha formação
teatral me comecei a interessar pelo universo da Marioneta sempre existiu a consciência de que era profundamente lamentável a inoperância da Unima em Portugal, tornou-se por isso uma escavação que em conjunto com outros colegas, que comungavam da mesma opinião, era profundamente vital para a sua revitalização e para isso tivemos de indagar por caminhos por vezes estranhos que nos levassem à primeira UNIMA.
Assim foi e assim aconteceu, também com o apoio daqueles que dela fizeram e continuarão a fazer parte.
Cumpria-nos como marionetistas essa obrigação. Claro que em tempos difíceis, como aqueles que atravessamos, a Unima tem de ser um esforço redobrado de vários elementos de distintas companhias.
Só assim se poderá encetar este novo esforço. Em meu ver existe uma diversidade de vantagens desta União de Marionetistas, a primeira é a criação de um espaço de
debate e de diálogo, onde se poderá analisar o estado da Cultura Teatral da Marioneta, depois e só depois, todas as conquistas que permitam à arte da marioneta evidenciar o seu valor cénico, estético, dramatúrgico e plástico.
Estou muito satisfeita com este novo passo para a história da marioneta em Portugal.
Filipa Alexandre
(Direcção - 1ºVogal)
Marionetas de Mandrágora
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Fantocha mar
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Sexta-feira, Julho 10, 2009
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terça-feira, 7 de Julho de 2009
A mar e a BOA
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Fantocha mar
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Terça-feira, Julho 07, 2009
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sábado, 20 de Junho de 2009
Tópicos de Paris Fevereiro 09
Paris, Fevereiro de 2009.
15 dias em formação com Javier Swedzky, Argentina.
15 dias de Paris, com cachecol e chapéu.
Um estúdio no 9º andar no Boulevard Raspail, a ver a torre Eiffel e a Cúpula dos Inválidos:
O Homem é como um pêssego ou como uma cebola?
Eu sinto-me uma cebola: uma sucessão de planos e neles a sua essência...
E agoraos Tópicos
Nota:
"objecto", pode ser qq , de qq tipo, fantoche, marioneta, boneco, manequim ou forma animada...
É necessário fazermos um aquecimento para despertar a sensibilidade em relação ao objecto.
O Teatro de objectos move-se em 3 planos;
o lúdico
o imbecil, o idiota, o Rusée, o estúpido
o malicioso, o astuto
Podemos esconder a manipulação com o nosso corpo, com o corpo do outro, com o objecto...
Acção é diferente de movimento: a acção conta alguma coisa.
Há que ter piedade do público, não lhe complicar a vida...
O objecto SEMPRE VIVO: no olhar, na sensibilidade, na vontade...
O olhar sempre atento, a vontade própria, ele está SEMPRE a fazer qualquer coisa.
A manipulação tem de ser bela de se ver...como o manipulador sendo manipulado.
No trabalho com objectos há que aproveitar o que vai acontecendo, as oportunidades que surgem. O que mais importa é aproveitar a estrutura e não mostrar o que queremos.
Movimentos pequenos, precisos, em segurança, sem "maltratar" o objecto, sem soluços...
As nossas limitações não podem limitar a mobilidade do objecto.
Só assim o objecto ganha vida.
Deixar o espectador imaginar o que se passa.
Começa a haver uma relação, começamos a dar sentido ao olhar.
Na realidade nós pensamos que o objecto tem alguma coisa na sua mente.
É preciso dar importância aos momentos de independência do objecto.
É a base da dissociação: estar presente como actor com um objecto que tem a noção de vida.
Quando eu condiciono o objecto, quando ele me condiciona a mim.
Ele aparece: o amanhecer
Deixá-lo ter o protagonismo: o zénit o objecto mostra-se
O objecto desaparece: o entardecer
On peut lánnoncer, le decouvrir, l'ignorer...
Não telefonar (anunciar o que vamos fazer)
A ideia é saber retirar o foco de si mesmo para depois o deter de novo.
Eu apareço, Eu desapareço, Eu apareço de novo.
Olhar o objecto, olhar o público.
Passar o foco.
O movimento próprio do objecto pode tornar-se uma dança.
Javier trabalha com os objectos como eles são.
Encontrar pontos de ligação entre o texto e a manipulação.
Il faut gerir ces ressources, não mostrar tudo ao mesmo tempo.
O sentido quem o faz é o publico.
Fazer com que o objecto (o manequim) respire, tossa, dorma, suspire, espirre, mostre sensibilidade ao quente e ao frio, ao toque.
Construir "paisagens" com objectos (é um pouco a demonstração tupperware)
É magia, há que enganar o publico...
Então:
La mirada viva: siempre la mirada viva!
Não à imposição de ideias, não à batalha de ideias,overdose de ideias: a manipulação de grupo é solidária
Cuidado com o rocócó!
Soyes attentifs ao que se passa!
Deixar espaço às pequenas coisas para que se notem as grandes!
Cuidado com o astronauta!
Dizer SIM!
Estar perto e estar longe!
Kee frames.
O poder narrativo da imagem
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Barcelona Maio de 2009

Um voo de 6ª e domingo a Barcelona para ver a estreia do novo espectáculo de Toni Rumbau em La Puntual: "A MANS PLENES"
Uma concepção baseada nos arquétipos representados nas cartas de Tarot.
O Ovo como principio de criação do universo, que desta vez, embora posto por Polichinelo, não gera um novo Polichinelo mas sim dá início a uma nova criação, desta vez a que cada espectador leva consigo...
Personagens: Polichinelo, seu amigo cão, o diabo (dos bons...), a Morte burlada...
Eperamos ver ao vivo em Lisboa em 2010, entretanto entrem no link onde está uma mostra que nos abre o véu e mostra a magia do grande marionetista solista que é Toni Rumbau!http://www.blogger.com/img/blank.gif
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sexta-feira, 19 de Junho de 2009
A solo, agora a fantocha mar

Ah pois é... tudo muda a cada instante e foi então que uma bela manhã peguei nas imbambas (los titeres e su retabulo) e me pus a caminho, sózinha.
E correu tão bem que finalmente constatei na prática aquilo que Toni Rumbau já me tinha dito, que sozinha é que é, claro que no que se refere aos fantoches...
E a partir de então (isto foi dia 3 de Maio, na Casa do Gil) dei comigo a mudar a encenação, as falas, até os protagonistas sem Temor nem Tremor, coisa que era dramático de se fazer em trabalho de grupo.
Agora passo à prática as ideias mais fugazes e até as mais audazes...
Agora filmo o que faço, sento-me a ver, depois apago o filme e faço outra e outra vez até me cansar e ir dormir lá dessus...
Tem sido giro porque a liberdade de condicionamentos me faz voar e as tentativas às vezes até que são fixes e resultam (fantástico, não é?)
Claro que o grupo me faz falta, as risotas, os desabafos, o chove e não molha das conversas que atrasavam os ensaios, o acotovelar-nos atrás do fantocheiro e o sentirmo-nos ali tão próximos, as vozes de cada um (agora tenho que me desdobrar em não sei quantas...)
Mas ao mesmo tempo é gostosa a sensação de poder poder... e nestas coisas dos titeres eles querem mesmo é poder, para dizer, para fazer, para mudar ou manter.
O presente está a acontecer e o futuro cresce dentro de mim... depois vos direi...
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Fantocha mar
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Sexta-feira, Junho 19, 2009
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Em plena viragem
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